Outra visão da Maternidade!

 

“Você-vai-se-arrepender”.
Você Vai se arrepender de não ter filhos!”

A profecia fatal nessas palavras, lançada repetidas vezes sobre quase toda pessoa que não queira ter filhos em geral, e nem ser mãe em particular, continua a ecoar nas mentes da nossa sociedade: “Elas com certeza vão se arrepender. As mulheres se arrependem de não ser mães. Ponto final”.
Essa sentença definitiva é inquietante. Aceitar a determinação dicotômica que estabelece de forma contundente o arrependimento em relação à decisão de não ter filhos como uma arma com a qual ameaçar as mulheres, ao mesmo tempo em que qualquer possibilidade de pensar no arrependimento depois de dar à luz e desejar voltar à condição de não ser mãe de ninguém é simplesmente ignorada.
Não importava o país que se analise, as mulheres dão à luz e criam os filhos enfrentando enormes dificuldades no que diz respeito à maternidade, entretanto o arrependimento mal é mencionado.
Nosso campo de visão social é limitado, pois não nos deixa ver nem ouvir algo que existe, mas para o qual ainda não há uma via de expressão: já sabemos que a maternidade pode ser para as mulheres a relação que lhes permite experimentar, como nenhuma outra, sentimentos de realização, alegria, amor, conforto, orgulho e satisfação. Sabemos que a maternidade pode ser ao mesmo tempo uma arena saturada de tensões e ambivalência capaz de gerar impotência, frustração, culpa, vergonha, raiva, hostilidade e decepção.
Sabemos que a maternidade pode ser por si só opressiva, já que reduz as possibilidades de movimento e o grau de independência da mulher. E já começamos a nos mostrar dispostos a compreender que as mães são seres humanos capazes de, consciente ou inconscientemente, ferir, maltratar e algumas vezes até mesmo matar. Não obstante, continuamos desejando que essas experiências de mulheres de carne e osso não destruam nossa imagem mítica da mãe, e, portanto, ainda relutamos em admitir que a maternidade – como tantos outros domínios de nossa vida com os quais estamos comprometidos, sofremos e nos importamos, e que, portanto, nos fazem desejar voltar atrás e fazer tudo diferente – também está sujeita ao arrependimento. Mesmo que as mães enfrentem dificuldades, não é esperado nem permitido que sintam e pensem que a transição para a maternidade foi um movimento infeliz.
Sem uma forma de expressão e à luz dessa relutância que situa a maternidade além da experiência humana do arrependimento, arrepender-se de ser mãe é algo de que quase nunca se fala, tanto no debate público quanto nos escritos teóricos interdisciplinares e feministas sobre a maternidade; a maior parte da literatura existente sobre os relatos das mães se concentra nos sentimentos e nas vivências de mães de bebês ou crianças pequenas, ou seja, no período logo após a transição para a maternidade. A relativa escassez de referências às experiências de mães de crianças mais velhas sugere que se dá pouco espaço às narrativas retrospectivas das mães ao longo dos anos. Além disso, a maioria do que se escreve sobre a atitude das mulheres diante da própria transição para a maternidade se encontram na literatura que trata da recusa das mulheres em se tornarem mães. Assim, faltam relatos com uma visão retrospectiva por parte das mães, e a questão se restringe, na maior parte das vezes, às “outras mulheres”, aquelas que supostamente nada têm a ver com a vida das mães.
A luz desse mapa parece que “até mesmo” nas teorizações feministas sobre o assunto não há lugar para a reavaliação, muito menos para o arrependimento.
Nas poucas ocasiões em que o tema das mulheres que se arrependeram de ser mães foi abordado na internet nos últimos anos, a tendência foi ele ser visto como objeto de descrença, ou seja, algo que tinha sua existência negada, ou como objeto de fúria e distorção. As mães que se arrependiam eram rotuladas como mulheres egoístas, dementes e transtornadas, seres humanos imorais que demonstram que vivemos em uma “cultura da lamentação”.
Existe uma enxurrada de condenações a mães arrependidas, junto com uma grande quantidade de testemunhos de alívio por parte de mulheres que lamentavam ter se tornado mães. Além disso, um número desconhecido de mulheres e mães reforçou a importância de discutir por meio do arrependimento – sua angústia por se verem obrigadas à maternidade ou por serem as principais responsáveis pela criação dos filhos. Centenas de textos publicados em blogs de parentagem e de maternagem e em redes sociais aproveitaram o momento para externar (finalmente ou uma vez mais) sentimentos íntimos que ficavam em sua maioria encerrados entre quatro paredes devido ao desejo de evitar os duros julgamentos e críticas da sociedade.
Temos que retratar os diversos caminhos que as levaram à maternidade, analisar seu mundo intelectual e emocional depois do nascimento dos filhos e falar o sofrimento e os conflitos angustiantes presentes em sua vida como resultado da discrepância entre o desejo de não serem mães de ninguém e o fato de que são mães de seus filhos. Além disso, investigar as formas por meio das quais diferentes mulheres reconhecem e lidam com esses conflitos.
No entanto, não é interessante apenas em reconhecer a existência do arrependimento de ser mãe. Esse tipo de enfoque poupa a sociedade de sua parcela de responsabilidade: quando personalizamos o arrependimento como a incapacidade de se adaptar à maternidade, como se essa determinada mãe tivesse que se esforçar mais, estamos esquecendo como diversas sociedades ocidentais tratam as mulheres, ou, talvez mais precisamente, como ignoram as mulheres, uma vez que as sociedades parecem se eximir da culpa por empurrar veementemente todas as mulheres consideradas física e emocionalmente saudáveis não apenas para a maternidade, mas também para a solidão de lidar com as consequências dessa persuasão. Dessa maneira, o arrependimento não é “ um fenômeno”, como se sugeriu em vários debates públicos; não é um convite a assistir a um “circo emocional” com “mulheres pervertidas”. Se pensarmos nas emoções também como uma maneira de se manifestar contra os sistemas de poder então o arrependimento é um alarme que deveria não apenas instar as sociedades a facilitarem as coisas para as mães, mas nos convidar a repensar as políticas de reprodução e nossas ideias sobre a obrigação de ser mãe. Tendo em vista que o arrependimento marca “o caminho não tomado”, arrepender-se de ser mãe indica que há na verdade caminhos que a sociedade proíbe as mulheres de tomarem, eliminando a priori vias alternativas como a não maternidade. E dado que o arrependimento constrói pontes entre o passado e o presente, entre o tangível e o recordado, arrepender-se de ser mãe deixa claro que se exige das mulheres que se lembrem de algumas coisas e se esqueçam de outras, sem olhar para trás.
Além disso, como o arrependimento é uma das reações emocionais a todo ponto de encontro humano e ao encontro de nós mesmos com as consequências das decisões que tomamos ou fomos obrigados a tomar, arrepender-se de ser mãe lança luz de um ângulo diferente sobre nossa (in)capacidade de tratar a maternidade como apenas mais uma das relações humanas, e não como um papel ou um reino de sacralidade. Nesse sentido, o arrependimento pode ajudar a abrir o caminho para romper com a ideia de que as mães são objetos cujo propósito é servir constantemente aos outros, vinculando estreitamente seu bem-estar ao dos filhos, em vez de reconhecê-las como sujeitos individuais, donas de seu corpo, seus pensamentos, suas emoções, sua imaginação e suas memórias, e capazes de determinar se tudo isso valeu a pena ou não.

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Aprenda tudo para ter a Sobrancelha certa!

 

Não é à toa que a sobrancelha é conhecida como moldura do rosto. Seu formato é essencial para uma composição harmônica, que valorize o olhar e deixa a face mais alinhada. A sobrancelha bonita é aquela que equilibra o seu desenho com o formato do rosto, deixando as expressões mais limpas e naturais. Para quem tem dúvidas de qual tipo de sobrancelha certa para seu formato de rosto, este post é para você. Veja, a seguir, algumas dicas sobre o assunto e descubra o estilo ideal para o seu formato de rosto!

Valorize o formato original

Hoje em dia a beleza que é valorizada é aquela que sabe ressaltar os aspectos naturais do corpo e do rosto, trazendo como destaque aquilo que se tem de melhor.Finalmente, não é mesmo? Pensando nisso, as sobrancelhas devem ser desenhadas respeitando o seu desenho original, sem interferir muito na espessura e nas proporções. Com o tempo, é normal que constituição dos pelos se altere, trazendo falhas e mudando o desenho original. Neste caso, truques de maquiagem e cuidados na hora de tirar os pelos podem fazer a diferença.

Capriche na limpeza

A começar pela limpeza, retire todos os pelos desalinhados e que estiverem “sobrando”. As sobrancelhas devem se manter equilibradas, de acordo com as proporções do rosto. Retire principalmente os pelos entre as sobrancelhas e aqueles pelinhos soltos abaixo da curva.

Cuidado com a espessura

Respeite o volume natural sobrancelha, deixando ela não muito fina nem muito grossa. Embora a moda de sobrancelhas finíssimas, lançada por Jean Harlow, atriz dos anos 30, faça sucesso até hoje, sobrancelhas muito finas tendem a aumentar a largura da testa, além de enfatizar imperfeições. E isso ninguém quer, não é mesmo?

Não exagere no arqueamento

Dar mais ênfase ao arco, deixando como chamamos as sobrancelhas de “arqueadas” também é uma prática comum entre as brasileiras. Porém ao exagerar na curva, a mulher pode ficar com cara de brava e mal-humorada. Tenha cuidado na hora de fazer o arco e saiba qual a medida certa para o formato dos seu rosto.

Estilo ideal para cada formato de rosto

Rostos quadrados

Para quem tem a face mais quadrada, como as atrizes Angelina Jolie e Katie Holmes, o ideal é um desenho mais reto de sobrancelha. A ênfase pode ficar por conta da ponta externa, em direção às orelhas. As sobrancelhas devem ser bem definidas, pois o rosto quadrado tende à simetria.

Rosto oval

Já quem possui um rosto mais alongado e de formato oval, como a apresentadora Alexa Chung e as atrizes Mariana Ximenes e Halle Berry, podem utilizar sobrancelhas arqueadas para destacar o rosto. Este formato ajuda a harmonizar a composição do rosto, trazendo mais equilíbrio.

Rostos redondos

Para quem possui o formato do rosto arredondado, como é o caso das atrizes Emma Stone e Isis Valverde, deve deixar o rosto o mais delicado possível para trazer leveza. Por isso, sobrancelhas devem sem médias, nem tão finas nem tão grossas. Apostar no volume também é uma dica para contrabalancear com os lábios.

Rostos triangulares

Como os rostos triangulares direcionam o olhar para baixo, a sobrancelha deve fazer um contraponto jogando o olhar lá no alto. Formato com a curvatura ampla, formando um arqueamento mais natural são os mais indicados para harmonizar com este tipo de rosto. Dois exemplos de rostos triangulares são os das atrizes Taís Araújo e Jessica Alba.

Truques de maquiagem para sobrancelha certa

Saber usar do jeito certo a maquiagem pode ajudar a corrigir falhas ou mexer no desenho sem interferir nos pelos. Quem possui pelos muito ralinhos ou esparsados, pode aumentar a impressão de volume com lápis de olho ou sombra mais escura do que o tom de pele. Para disfarçar os pelos brancos, utilize um pincel fino levemente umedecido com sombra em pó, aplicando na sobrancelha com suavidade.

Como colocar cílios postiços sozinha?

Se tem uma coisa que deixa o olhar marcante são os cílios. Quando se tem cílios longos e curvados, a maquiagem fica impecável. Mas e se você não nasceu com essa genética maravilhosa? O jeito é apostar nos cílios postiços.

Não de desculpas para não usar. Há vários modelos com diferentes volumes e comprimentos. Além disso, colocar cílios postiços é muito fácil se você usar a técnica correta para fazer isso. E você, sabe como colar cílios postiços sozinha? A seguir, aprenda como aplicá-los adequadamente!

Passo a passo para a aplicação dos cílios postiços

O cílio postiço vem numa embalagem específica que não deve ser jogada fora porque ele será guardado dentro dessa mesma embalagem. Na hora de destacar os cílios do suporte, faça isso com delicadeza para que eles não quebrem ou fiquem tortos.

1º Passo

Antes de tudo, você precisará tirar uma medida para que o resultado não fique muito artificial. Para medir, basta colocá-los junto aos cílios naturais e ver de que maneira o efeito fica mais natural. Por exemplo, os cílios não devem invadir o canto interno do olho já que não temos muitos nessa região. Lembre-se: na hora de cortar, use sempre o canto externo dos cílios postiços.

2º Passo

Os cílios não vão se segurar sozinhos, portanto, você precisará comprar uma cola específica para deixá-los bem seguros nos olhos. A cola pode ser encontrada no mesmo lugar onde os cílios postiços foram comprados e ela pode ser de duas cores: branca (quando seca fica transparente) ou preta (ótima para quem vai fazer usar a máscara de cílios ou delineados).

Ela deve ser espalhada apenas da parte da “raiz” que ficará em contato direto com a pele. Você pode colocar uma quantidade considerável e esperar alguns segundos, 10 ou 20, para na hora da aplicação não deixar a pálpebra móvel muito “lambuzada” com o produto.

3º Passo

O momento de aplicar pode ser o mais complicado para algumas pessoas. O cílio deve ficar bem juntinho da raiz dos seus cílios verdadeiros. Uma dica é usar a pinça para ajudar. Você coloca os cílios com os dedos e com a ajuda da pinça. Como a cola vai ficar transparente não se preocupe se ficar os pontos brancos logo de cara.

Dicas de maquiagem com cílios postiços

O ideal é que os cílios postiços sejam colocados apenas depois de passar a sombra, o delineador e a máscara de cílios. Isso porque é mais difícil retirar o excesso de maquiagem que fica nos cílios postiços e eles podem acabar descolando.

Faça um delineado escuro nos seus olhos, pode ser fino ou grosso, não importa. A ideia aqui é que esse delineado ajude a disfarçar qualquer imperfeição que fique depois de aplicar os cílios. Após a aplicação, você ainda pode reforçar o delineado para cobrir qualquer ponto de cola que esteja aparecendo.

O resultado não ficou tão bom assim? Calma! Não precisa fazer tudo de novo. Você pode usar a máscara de cílios para misturar os postiços com os naturais dando um efeito incrível.

E então? Entendeu como colocar cílios postiços sozinha? Lembrando que a prática leva a perfeição. Portanto, quanto mais vezes você usar os cílios postiços, mais fácil ficará a aplicação.

Pais falam por que se arrependem de ter tido filhos!

Muitas pessoas se sentem relutantes em admitir que gostariam de voltar à vida que tinham antes de ter filhos

Você já se arrependeu alguma vez de ter tido filhos?

A paternidade e a maternidade mudam nossas vidas de várias maneiras, então não parece ser razoável esperar que todas as mães e pais desfrutem da tarefa de criar os filhos.

Ainda assim, muitas pessoas se sentem relutantes em admitir que gostariam de voltar à vida que tinham antes de ter filhos, por medo de serem tachados de “ingratos” ou “péssimos pais”.

Mães e pais em busca de um canal para compartilhar sentimentos postaram suas histórias em uma conversa no site de perguntas e respostas Quora intitulada: ‘Como é o arrependimento de ter tido filhos?’

“Para ser honesto, existem momentos em que fico lá e quero bater minha cabeça contra o batente da porta, simplesmente detesto ser pai”, um usuário escreveu no site.

Esse pai percebeu que não estava sozinho em suas frustrações, depois que buscou ajuda através da terapia.

“O terapeuta me disse que isso era muito mais comum do que eu imaginava, mas havia um grande tabu em dizer que você simplesmente odiava ser pai”, escreveu.

“Então busquei no Google ‘odeio ser pai’ e surpresa: estavam em todos os lugares. Pessoas oprimidas pelo tédio e arrependimento.”

O homem, cujo filho tem 9 anos, disse que preferiu não se identificar por “razões óbvias”.

“Eu realmente o amo”, o pai escreveu. “Apenas desejaria que outra pessoa de fato apreciasse o processo de criá-lo, já que em um nível objetivo e subjetivo, minha própria vida é marcadamente menos agradável desde que ele chegou. Isso é pura honestidade.”

“A melhor analogia seria que, em vez de ser você mesmo, você está representando um roteiro, dia após dia, de fingir estar entusiasmado com algo que você odeia. Que te desgasta. Você gostaria de se libertar e ser você de novo.”

Ele concluiu que sentir arrependimento por ter se tornado pai pode deixar a pessoa em uma posição muito solitária.

“O estranho sobre este dilema é que ninguém, muito menos os outros pais, tem muita simpatia por você”, escreveu. “Mesmo se você estiver clinicamente deprimido ao ponto da disfunção.”

“Espera-se que uma pessoa que tenha uma criança veja isso como um tipo de presente precioso multifacetado do Cosmos. Como alguém pode ser tão ingrato ao Cosmos por um presente de tamanha magnificência?”.

“E que, em resumo, é uma grande fração do problema de conviver com isso. Existem problemas piores, claro, mas este em particular é o meu.”

Um mãe, cuja filha tem hoje 17 anos, disse que era “desesperada” para ter um bebê e isso a levou ao casamento: “Com o primeiro homem que teve interesse em ter um filho comigo, mesmo sabendo, no fundo, que estava tomando uma decisão errada”.

Ela disse que a “urgência biológica” de ter filhos se tornou tão forte que a fez “ignorar os sinais vermelhos que o meu agora ex-marido estava enviando constantemente para mim, bem como ignorar que eu havia passado os últimos 27 anos insistindo que eu não queria filhos”.

A mãe teve que deixar de trabalhar por causa de complicações na gravidez, e isso causou dificuldades financeiras, mas os problemas, segundo ela, iam além disso.

“Tenho certeza de que existem muitas pessoas neste mundo que têm filhos de uma hora para outra que não podem sustentar e nunca sentiram que ter um filho foi um erro. Eu senti, e ainda sinto, que cometi um erro.”

A mãe fez questão de afastar qualquer ideia de que não ama sua filha.

“Para ser clara, EU AMO minha filha e me refiro a ela como minha ‘magnum opus’”, escreveu.

“Se algo acontecesse com ela, eu ficaria inconsolável. Para sempre. Preferiria morrer com ela se ela morresse. Meu erro não tem a ver com amá-la ou que exista algo de errado com ela. Nada disso é verdade. Não é — isso nunca passou pela minha cabeça, nem de vez em quando — sua culpa de forma alguma que eu tenha me tornado mãe. Nunca a culpei, nem para mim mesma ou em voz alta, pelos meus fracassos.”

“E, por causa disso, porque ela é realmente incrível, a sensação mais frequente é a de culpa. Sinto-me culpada a todo momento por não ser a mãe que ela merece.”

Culpa foi um sentimento expressado por muitos pais na conversa.

“Eu de fato me arrependo por ter feito um trabalho tão ruim ao criá-lo — ele merecia mais do que fui capaz de dar a ele”, escreveu outra mãe.

“Arrependo-me de ter tido filhos, porque não estava preparada (23) e porque sou muito egoísta para realmente me preocupar com os sentimentos de outras pessoas além dos meus. Arrependo-me de ter tido um filho porque realmente, realmente era uma tarefa muito grande com a qual eu não era capaz de lidar.”

Outro tema frequente foram os esforços feitos pelos pais para garantir que seus filhos se sentissem amados e desejados.

“Eu me empenhei em fazer de tudo para evitar que ela se sentisse rejeitada ou mal-amada, mesmo ignorando minhas fortes tendências introvertidas, porque ela precisava que eu a deixasse ser melosa quando na verdade eu não era aquela pessoa”, escreveu a mãe.

“Foi difícil ser mãe e ainda é, e ainda existe a culpa, mas também existe amor e responsabilidade.”

Os pais também quiseram deixar claro que os sentimentos de arrependimento estavam relacionados com a situação, e não propriamente com os filhos.

“Se eu acho que ELA é um ‘erro’? Não, não acho, mas acho que TÊ-LA foi um erro”, um pai escreveu.

“Foi justamente a próxima coisa que aconteceu e, embora eu a ame, se eu tivesse oportunidade de voltar atrás, para como as coisas eram antes, sim, eu aceitaria. As pessoas simplesmente não querem escutar esse tipo de coisa.”

Outra mãe acrescentou que, por outro lado, sua filha é exatamente o que a ajuda a lidar com o arrependimento de ter se tornado mãe.

“Se me arrependo de ter tido uma segunda filha? Sim. Se me arrependo de ter tido MINHA FILHA? Não”, disse.

“Ela está sempre rindo e cheia de alegria, e me lembra que a dificuldade não é tudo.”

A vida que você vive X vida que vive você!

Nem todas as mães parecem encontrar tempo para si mesmo.

Foi só quando eu descobri a depressão (ansiedade, taquicardia e queda radical de peso) é que abri os olhos: não somos invulneráveis.

Nós, mulheres mães de autistas (ou crianças diferentes) nos boicotamos o tempo todo. Todo mundo a nosso redor sente pena, dá palpite, diz que “somos escolhidas por Deus” e tudo mais, mas não nos dão o que mais precisamos: ajuda prática. Queremos alguém que apareça nos momentos em que estamos explodindo pela tampa. Não para dizer: “Força, amiga. Deus só dá a cruz que podemos carregar…”, mas para dizer: “Aí, amiga. Deixa o seu filho comigo e vai hoje pro Spa/shopping/academia/fds e cuide de você, etc.”

Precisamos parar de ter vergonha de pedir, ou escolher pagar por alguma assistência. Pessoas que realmente se preocupam e são amigas, AJUDAM!. Mas muitas vezes não pedimos. Não pedimos por achar que é um problema unicamente nosso, ou ter medo de deixá-lo com outros. Hoje eu sei como é bom deixar nossa criança autista com outras pessoas de confiança:

– eles se deparam com novas experiências

– eles comem alimentos que não comem em casa

– eles fazem um esforço (desafiam seus neurônios) para entender outras pessoas

– eles podem dormir melhor

– eles podem aprender alguma coisa que a gente nunca pensou em ensinar.

Precisamos parar de ter medo de pedir alguma coisa a alguém; de sentir culpa de sair sem nossa criança autista; vergonha por ousar pensar em outra coisa que não seja o autismo.

Pergunta para refletir:

VOCÊ VIVE A VIDA OU É VIVIDA POR ELA?

A resposta é simples: se você faz o que gosta, a maior parte do tempo, você vive; se você faz o que não gosta (ou não te dá prazer) a maior parte do tempo, você é vivida pela vida.

O curioso é que tudo isso é uma escolha nossa. O autismo, não; o autismo aconteceu. Escolha ser feliz apesar de qualquer problema.

Problemas não são obstáculos; são situações que estão esperando ser resolvidas.

 Quantos papéis somos capazes de assumir na vida?

Mulher, mãe, filha, amiga, profissional. Cada pessoa e situação espera algo de nós. O que escolhemos ser a maior parte do tempo? Para quem? Por quê? Vale a pena? O que vale a pena? Como você quer viver? O que você pode fazer por isso? Que preço vai pagar (tempo, energia, rejeição, dor, desconforto)?

Quem disse que você precisa ter dez amigas que só valem para curtir seu Instagram ao invés de investir em três que estarão do seu lado para sempre (inclusive para tomar conta do seu filho autista)?

Não coloque empecilhos para alcançar o que é bom para você. Não se boicote. Por trás da mulher maravilha, mãe, dona-de-casa, profissional, filha, esposa, tem uma menina que nunca deve crescer para descobrir que o corpo dela está sendo carregado para lá e para cá para fazer o que ela não gosta. Procure esta menina. Fale com ela. Ouça o que ela tem a dizer. Relembre seus sonhos. Faça um plano para consegui-los. Desmembre cada dificuldade até resolvê-la.

Enfrente o medo e o resultado vai ser a vida que você quer viver, física e mentalmente sã.

Dicas na hora de aplicar sombras nos olhos!

Que a maquiagem é grande aliada da mulher, disso não há dúvidas! Estar sempre bem maquiada, esconder falhas e valorizar os traços mais bonitos faz parte da rotina de muitas meninas e é um sonho para as menos habilidosas. Infelizmente, esse sonho pode se tornar um pesadelo na hora de colocar em prática, seja por não conseguiro resultado esperado ou pela falta de paciência em tentar.

A sombra é um item muito importante nessa hora, dando destaque aos olhos e acrescentando beleza ao look. Pode parecer a parte mais difícil de conseguir, mas é mais fácil do que você pensa. Quer ver? Confira algumas dicas para aprender a usar sombras nos olhos e conseguir um olhar ainda mais lindo!

Os pincéis corretos
O primeiro passo para fazer um look impecável nos olhos é escolher os pincéis certos. Procure aqueles que possuem cerdas macias, que podem ser naturais ou sintéticas. Deposite a sombra na pálpebra com um pincel chato e de cerdas mais curtas, e use um pincel maior e bem fofo para fazer o esfumado. Para delinear, o ideal é apostar no pincel chanfrado, mais fino e curto, com corte diagonal, que facilita o trabalho para quem não tem muita habilidade com o delineador.

Duo de sombras
É muito simples fazer um lindo efeito de sombras usando apenas um duo. Se tiver dúvidas na hora de combinar, você pode optar por comprar o duo ao invés de escolher em uma paleta com várias cores. O estojo com duas opções já vem com cores ideais para serem usadas juntas, e a dica para não errar é sempre usar a mais clara no canto interno, e ir escurecendo até o canto externo.

Efeito esfumado
O efeito esfumado nunca sai de moda, pois é elegante, fácil de combinar e dá grande destaque à região dos olhos. Com um pouco de paciência, é possível conseguir o esfumado dos sonhos. Como o próprio nome diz, você precisa esfumar, isso é, trabalhar as cores sem deixar aquela linha de divisão, dando um acabamento mais sutil ao look.

Para conseguir esse efeito, passe a sombra mais clara de sua escolha por toda a pálpebra. Depois, passe a cor escura no canto externo e no côncavo (a dobra do olho, parte mais profunda, logo abaixo da sobrancelha, onde termina o osso) acompanhando a curva. Use o pincel próprio para esfumar de dentro para fora, para que as cores se misturem sutilmente. Por último, retoque a sombra clara.

Se você ainda está insegura em usar o preto, comece tentando com tons em marrom, que são elegantes e discretos, sempre o mais escuro no canto externo, clareando de fora para dentro. Na falta da sombra preta, o lápis pode ser usado, mas sempre esfumando com o pincel para não ficar dividido.

Pontos de luz
Para dar ainda mais destaque aos olhos, é interessante fazer um efeito de luz. Para isso, você precisará de uma sombra iluminadora, de cor clara e com brilho. Os pontos ideais para esse efeito é no canto interior dos olhos, na zona lacrimal e logo abaixo da sobrancelha, passando de fora para dentro.

Primer e fixador
Existem ainda produtos para te ajudar a manter o efeito por mais tempo e segurar a maquiagem. O primer deve ser usado antes, ele uniformiza a pele e dá fixação. Se preferir, você ainda pode usar um primer específico para sombra, que intensifica a cor. O fixador de maquiagem também é uma opção, ele segura por várias horas. O primer também pode ser utilizado na aplicação de gliter, pois garantirá a fixação e facilitar a aplicação.

Mais dicas
Outra dica para intensificar a cor é umedecer levemente o pincel antes de aplicar a sombra, o que garante uma pigmentação mais forte. Lembre-se de não pintar até a sobrancelha, a sombra deve terminar antes. Logo abaixo da sobrancelha você deve usar apenas a sombra iluminadora, clara e discreta.

Uma ideia interessante é usar sombra na linha de baixo dos olhos também, abusando também do colorido para dar um toque alegre ao visual. Para isso, utilize o pincel chanfrado de delinear e vá passando a sombra na linha dos cílios. Para um efeito mais bonito ainda, una o esfumado de baixo com o superior, seguindo a linha.

Ficou mais fácil usar sombras nos olhos agora, não é mesmo? Em pouco tempo o efeito está pronto e é só aproveitar. Não deixe de apostar em várias combinações e abusar do esfumado, e não se esqueça de finalizar com algumas camadas de rímel para levantar o olhar. Se quiser, também pode usar um delineador na linha dos cílios superiores.

Metade das mulheres perde o emprego 1 ano após darem à luz!

Maternidade e trabalho são dois assuntos que nem sempre andam juntos. Ainda é muito difícil para as mulheres retornarem ao mercado depois de se tornarem mães, infelizmente. Por preconceito, pelas responsabilidades que a mulher passa a ter com a família, e por diversas razões.

A pesquisa “Licença maternidade e suas consequências no mercado de trabalho do Brasil”, realizada pela Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV EPGE), mostrou que metade das mulheres analisadas no estudo estava fora do mercado de trabalho 12 meses após o início da licença maternidade.
O levantamento foi feito com 247.455 mulheres entre 2009 e 2012 e constatou também que quanto menor a escolaridade da mulher, maior o desemprego após a maternidade.
Demissão, falta de vagas em creches ou ainda renda insuficiente para contratar uma babá são alguns dos motivos relatados pelas entrevistadas. Ou seja, na maioria dos casos, há uma falta de escolha. O afastamento do mercado é imposto a essas mulheres.

Mães com crianças pequenas são mal vistas pelos empregadores, já que eventualmente precisam faltar ao trabalho para cuidar do filho doente ou por falta de quem cuide dele – imprevistos da maternidade. O percentual de mulheres empregadas entre 25 e 44 anos e com um filho de até um ano de idade é 41%.
Apenas 28% destas mulheres trabalham 35 ou mais horas semanais. No caso dos homens, o perfil é oposto: 92% dos homens com filhos de até um ano estavam trabalhando, sendo que 82% em atividades com 35 horas ou mais de carga horária semanal.
Essa discriminação é velada mas, em muitos casos, fica bastante explícita. Como aconteceu com Amanda de Lima, que contou ao Extra que foi demitida no mesmo dia em que retornou ao trabalho. De volta ao mercado, participou de uma entrevista na qual a recrutadora alegou que ela “não estava apta para a vaga por causa da filha pequena”.

Amanda só conseguiu se recolocar quando a filha tinha dois anos de idade, num emprego de meio período em uma escola. Em casos como o dela, em que há provas de preconceito, a mulher pode recorrer à justiça.
As mulheres na faixa de 25 aos 44 anos acabam perdendo competitividade no mercado de trabalho, já que saem dos empregos para cuidar das crianças, quando não têm apoio para esse cuidado ou condições financeiras para pagar. Parte delas precisa se submeter a empregos de menor qualificação, ou de período parcial.

• Licença Maternidade no Brasil
A Constituição de 1988 garante a estabilidade para todas as gestantes e licença remunerada de 120 dias. O Decreto 6.690/2008 assegura aos servidores públicos federais a extensão da licença maternidade para 180 dias, e a Lei 11.770/2008 instituiu o Programa Empresa Cidadã – assim, a empresa que amplia a licença a suas funcionárias em mais 60 dias, totalizando 180, obtém benefícios fiscais.
A estabilidade relacionada à maternidade abrange todo o período da gravidez e o da licença, que começa 28 dias antes do parto e vai até 92 dias depois. No entanto, quando a grávida trabalha até perto da data do nascimento do bebê, as empresas podem fazer um acordo e
Durante a gravidez, a mulher tem direito a se ausentar seis vezes, desde que munida de atestado médico, para ir a consultas ou exames. Caso seja necessário um afastamento antecipado, a mulher tem direito ao auxílio doença, benefício independente da licença maternidade.
Até os seis meses da criança, a mãe também tem direito a duas pausas de 30 minutos em períodos diferentes para amamentar. Com a reforma trabalhista, ele pode ser negociado entre a mãe e a empresa. Dessa forma, a beneficiária pode chegar uma hora mais tarde ou sair mais cedo, ou ainda estender o horário de almoço.

O que aprendi com a depressão!

É preciso que as pessoas saibam de uma coisa: quem tem depressão nem sempre sabe que tem; se sabe, nem sempre quer se expor; se se expõe, nem sempre faz tratamento; se faz tratamento, nenhuma melhoria imediata é garantida.
É preciso que aprendam a lidar com pessoas que têm depressão.
Fico sem entender o porquê de ficar tão triste, tão abatida do nada. Havia momentos em que eu estava sozinha (sempre sozinha, nunca na frente dos outros, é claro) e eu me sentia meio vazia, meio oca, sem saber direito o que estava acontecendo.
Nunca falei pra ninguém que me sentia dessa forma pois nunca quis incomodar ninguém. Sempre esteve muito claro na minha cabeça que as pessoas já têm os próprios problemas com que se preocupar. Não precisaria enchê-las com frescurinhas e pequenas crises.
Desistam. Alguém que tem depressão vive todos os dias na beiradinha da desistência de si mesmo. Não falo aqui necessariamente de suicídio, mas de entregar-se de vez, de largar-se na cama até algo acontecer, de se deixar engolir pelo monstro.
Quem tem depressão faz um esforço colossal para levantar da cama todos os dias. É muito importante que todos saibam disso, pois, se você conhece alguém que tem depressão, é vital que você reconheça esse esforço. E não só para levantar da cama, mas tarefas mínimas podem se tornar trabalhos hercúleos, cujo cumprimento deve, sempre que possível, ser valorizado.
Mas eu aprendi que nem sempre vão me dar parabéns por ter ido na padaria comprar pão; por ter sobrevivido a mais uma festa engolindo choro a noite toda; por ter ido às aulas, ao trabalho; por ter conseguido ler um livro; por arrumar o quarto, a casa.
Não que não haja dias bons, pelo contrário! Ao contrário do que novelas e filmes possivelmente mostrem, nós, que temos depressão, passamos às vezes dias inteiros dando risada, dançando, cantando, fazendo tarefas domésticas/acadêmicas/escolares, curtindo a companhia dos amigos ou da família etc. O problema é ninguém conseguir entender que, quando se tem depressão, os dias bons apenas permeiam uma longa linha de dias terríveis, cujo começo nós já nem lembramos mais e cujo fim só podemos esperar que venha breve.
Por fim, aprendi também que a depressão não age de maneira igual para todos. Foi assim que ela me atingiu, é assim que ela ainda me afunda pra dentro dela. É importante que nós não nos escondamos, é importante que façamos as pessoas perceberem que temos uma doença tão séria e tão real quanto qualquer outra. De resto, seguimos nossa luta diária contra nós mesmos, e cada pequena vitória conta.

Compromisso pessoal!

“As pessoas precisam de respostas porque isso ajuda a entender as próprias perdas!”

Não tenha filhos apenas para se arrepender de não tê-los tido mais tarde na vida.  não acho que isso seja uma motivação forte o suficiente para colocar mais bebês no mundo. Embora suspeite que haja pessoas que de fato se reproduze por esse motivo – um seguro contra arrependimentos futuros. Acho que as pessoas têm filhos pelos mais diversos motivos – às vezes por puro desejo de cuidar e de testemunhar o surgimento da vida, às vezes por falta de escolha, às vezes para segurar um parceiro ou criar um herdeiro, às vezes sem pensar no assunto de nenhuma maneira específica. Nem todos os motivos para se ter filhos são iguais, e nem todos eles são necessariamente altruístas. Mas tampouco todos os motivos para não se ter filhos são os mesmos. Nem todos esses motivos são necessariamente egoístas.

É preciso formamos um compromisso pessoal de fazermos coisas em nossas vidas que so nos tragam felicidade. Independente de ser no trabalho ou em casa, não devemos nos permitir passar por certos problemas ou viver de acordo com circunstâncias desfavoráveis à nos mesmos.
Por fim, o segredo é sentir que todos os dias você tem novos desafios pela frente, novas possibilidades de crescimento, além de sentir que a cada dia que passa em sua vida você está aprendendo alguma coisa nova. Dessa forma, você perceberá que não precisa de muito para ter motivação e estímulos para ser feliz pessoal e profissionalmente.

 

Informativo!  #alckminrevogaoedital

 Informativo 

Geraldo Alckmin iniciou sua campanha a presidência, e hoje já postou vídeos alegando ter disponibilizado dinheiro para as crianças com deficiência…Falso, mentiroso…nossas escolas não receberam o repasse!!! 😠

Devemos utilizar a #alckminrevogaoedital
em todas as publicações e comentários nas redes sociais.

Vamos juntas lotar as redes, mostrar ao povo quem é esse homem…desumano, cruel, hipócrita!!! 😡